• Ranulfo Pedreiro

Renasce um blog

Atualizado: há 3 dias

Olá, esta é a nova fase de um trabalho que começou lá nos anos 90, no jornal Folha de Londrina.


A digitalização estava se consumando e muitas gravadoras independentes surgiam.


Comecei a pesquisar e encontrei um número enorme de discos sendo lançados.


Eram artistas que estavam longe das grandes gravadoras e começavam a construir o próprio espaço.


Nos dez anos que passei na Folha, entrevistei muita gente e ouvi muitas histórias. Algumas serão reproduzidas neste blog despretensioso.


Na época, esse material alternativo também foi aproveitado em um programa de rádio, o Balaio Brasileiro, que foi ao ar por cinco anos na Rádio UEL FM 107,9.


Em 2001, entrei para o Jornal de Londrina. Lá, o trabalho ganhou uma coluna: Máquina do Som. O nome foi inspirado em uma série famosa de coletâneas musicais lançada em fitas K-7 durante a minha infância. Assim, retrata a ligação já antiga com a música.


A Máquina do Som durou, no jornal impresso, até o final de 2015. Desde então, fiz algumas tentativas de levá-la para o mundo digital. Todas tiveram um êxito questionável, o tempo me exigia outras dedicações.


Esta nova tentativa, em forma de blog, surge justamente da despretensão.


Vou escrever artigos sobre música, não necessariamente lançamentos, dentro das áreas que eu curto: MPB, choro, jazz, barroco, soul, rock, funk, caipira, samba, instrumental, regional, clássica, contemporânea e o que mais vier.


Até arriscarei alguns palpites sobre livros, filmes e séries.


De quebra, quero publicar também as crônicas que, timidamente, escrevo há mais de 30 anos.


Ainda vai sobrar um espacinho para algumas fotografias assumidamente amadoras.


Uma coisa é certa. Procuro o perene, o fundamental, aquilo que fica. Não vou me preocupar com novidades que se devoram em nome do sucesso. Meus textos não têm pressa.


Este blog também é um compromisso. Alimentá-lo vai me ajudar a desanuviar a cabeça nesses tempos tão bicudos. Espero que, assim, um sustente o outro para a gente não ser engolido pelas más notícias, tão fartas e insistentes.


Acredito sempre que o copo está meio cheio.


Sejam bem vindos.




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